22 março 2006 

Chuvas afastam cenários mais pessimistas de seca em Portugal

A chuva caída nos últimos meses em Portugal mantém-se, pelo terceiro ano consecutivo, abaixo da média. Ainda assim, inspira uma posição oficial optimista e o Governo acredita que este ano será melhor do que 2005 e que está distante o cenário de preocupação que existia há um ano. Apesar disso, os ambientalistas contestam falta de medidas estruturais para os problemas recorrentes com a água.

Por Ricardo Garcia

Portugal não poderia ter tido motivo mais adequado para celebrar, hoje, o Dia Mundial da Água: chuva. Não tem sido tanta que chegue a superar a de um ano médio, mas é suficiente para deixar o país respirar, depois da sufocante seca de 2005.

Choveu muito em Outubro e Novembro. E Março, até agora húmido, promete mais chuva. O saldo actual deste ano hidrológico ainda está abaixo da média. A precipitação acumulada em Portugal continental, desde Outubro de 2005 até ao início desta semana, corresponde a 75 por cento da média para o mesmo período.

Mas é um desvio modesto, a que provavelmente ninguém daria muita atenção, não fosse a seca do ano passado. Além disso, depois de um ano extremamente gravoso, um ano próximo da média só pode melhorar a situação.Os dados meteorológicos inspiram uma posição oficial optimista. "A situação está francamente melhor. Estamos longe de um cenário de preocupação como o que havia no ano passado", diz o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

Mas o ano hidrológico ainda vai a meio. E os seis meses que já passaram concentram, normalmente, três quartos da chuva que cai ao longo do ano. "Devemos estar preparados, o que vem agora são meses tradicionalmente secos", avisa Fátima Espírito Santo, do Instituto de Meteorologia. Além disso, Portugal vai no terceiro ano consecutivo com chuva abaixo da média. Dados do Instituto de Meteorologia mostram que, na maior parte do país, a quantidade de precipitação que caiu desde Outubro de 2004 orbita em torno dos 60 por cento do que seria de se esperar em 18 meses médios (ver mapa). Em alguns pontos, a precipitação acumulada está abaixo dos 50 por cento.

Algumas melhorias na agricultura
Estes dados não são, porém, de leitura linear. Para a agricultura, onde o que conta não é só o quanto chove, mas também quando, a precipitação dos últimos seis meses já tem ajudado. "Para as culturas que não são de regadio, o ano tem corrido bem", atesta Luís Mira, secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal. "É preciso saber se as reservas de água são suficientes para o regadio", completa.

Depois de um ano inteiro com pouquíssima chuva, o nível das barragens só podia subir nos últimos meses. "Neste momento, em termos de seca hidrológica, a situação do país está muito amenizada", diz a vice-presidente do Instituto da Água, Luísa Branco. Mas ainda há casos pontuais que inspiram preocupação, como Trás-os-Montes e zonas do Alentejo.

Do lado negativo estão os caudais dos rios internacionais. Espanha tem retido a água que pode e, assim, tem sido mínimo o caudal que entra em Portugal nos rios Minho, Douro, Tejo e Guadiana, bastante abaixo da média. No Tejo, tem descido desde Janeiro o volume de água retido nas barragens do rio em Portugal (Castelo de Bode e Cabril) e tem aumentado o nível das espanholas (Alcántara, Valdecañas e Gabriel y Galán).

Discussão com Espanha
A questão dos caudais deverá ser discutida numa reunião entre as autoridades portuguesas e espanholas, até ao fim de Março, no âmbito da Convenção de Albufeira para a partilha dos rios transfronteiriços. A convenção fixa caudais mínimos que Espanha deve garantir a Portugal, mas em termos anuais. Isto significa que Espanha pode fechar a torneira, quando necessita de mais água, abrindo-a quando estiver com mais folga.

A seca de 2005 deu um empurrão nas discussões sobre a fixação de um novo regime de caudais, mais realista, entre os dois países. Outras medidas também foram tomadas em 2005, estimuladas pela falta de chuva - como o acompanhamento constante da situação por uma comissão permanente interministerial. No final deste mês, o Governo decidirá se reactiva ou não esta comissão, mas o mais provável é que apenas se criem subcomissões regionais - como foi feito para o Algarve, em 2005, e como pode acontecer agora para o Nordeste transmontano.

Para Eugénio Sequeira, presidente da Liga para a Protecção da Natureza, a comissão da seca deveria manter-se. Mas não apenas para tratar da situações de emergência, mas sim para abordar questões mais estruturais da gestão da água em situações de carência. O Governo aposta no Programa Nacional para Uso Eficiente da Água, elaborado há cinco anos mas aprovado apenas no ano passado. "Onde é que está a implementação destas medidas?", questiona.

"O Programa para o Uso Eficiente da Água é um bom exemplo de que existem medidas bem definidas, mas de que há uma inércia para a sua aplicação em concreto", concorda Hélder Spínola, presidente da associação ambientalista Quercus. Spínola tem uma visão pouco optimista. "Existem graves riscos de 2006 ser um ano com muitas dificuldades", avalia, justificando que em 2005 foram tratados os problemas pontuais, mas não os estruturais.

Com chuvas mais normais neste Inverno, Portugal poderia, teoricamente, esquecer que é vulnerável a secas. "Está nos nossos planos a necessidade de sensibilização", assegura o secretário de Estado do Ambiente. "O Programa para o Uso Eficiente da Água é uma prioridade, mesmo em tempos normais", acrescenta. Este ano tem estado próximo do normal. E, mesmo que não chova mais uma gota até ao fim de Setembro, o saldo da precipitação estará 25 por cento acima do do ano passado. Se entre Abril e Setembro chover o equivalente à média desses meses, então o país encerrará o ano hidrológico com 81 por cento de precipitação de um ano normal.

Fonte: Público, Quarta, 22 de Março de 2006

21 março 2006 

Chernobyl: A poisonous legacy

Twenty years after a blast in the nuclear plant at Chernobyl spread radioactive debris across Europe, it has been revealed that 375 farms in Britain, with 200,000 sheep, are still contaminated by fallout

By Andy McSmith
Published: 14 March 2006 : Independent

After two decades, the legacy of the Chernobyl disaster is still casting its poisonous shadow over Britain's countryside. The Department of Health has admitted that more than 200,000 sheep are grazing on land contaminated by fallout from the explosion at the Ukrainian nuclear plant 1,500 miles away. Emergency orders still apply to 355 Welsh farms, 11 in Scotland and nine in England as a result of the catastrophe in April 1986.

The revelation - in a Commons written answer to the Labour MP Gordon Prentice - comes as Mr Blair prepares to make the case for nuclear power in a forthcoming government Energy Review. The Prime Minister argues that nuclear energy would allow the UK to achieve twin objectives of cutting C02 emissions and reducing dependency on imported natural gas supplies.

But, just last week a damning report from the Government's own advisory board on sustainable development identified five major disadvantages to any planned renewal of Britain's nuclear power programme, including the threat of terrorist attack and the danger of radiation exposure.

The longevity of the "Chernobyl effect" in a region generation of nuclear power stations, and going through a consultation exercise to try to convince the public that this is a safe form of electricity generation, we shouldn't overlook the terrible consequences if something does go wrong, "No one would now build a reactor as unsafe as those at Chernobyl, which were jerry built. Even so, I think a lot of people will be shocked to know that, as we approach the 20th anniversary of Chernobyl, hundreds of farming families are still living with the fallout.

Jean McSorley, Greenpeace's senior adviser on nuclear energy said: "Chernobyl was the worst nuclear accident the world has ever seen but it is by no means the worst that could happen. In Cumbria, where I come from, people who are old enough to remember still talk about it. It's quite moving to hear the stress that farming families were put through.

I think the British public that all this distance from Chernobyl, 20 years later, so many families are still living with its impact day to day." The Chernobyl disaster turned public opinion in Britain against civil nuclear power overnight. The land still poisoned by Chernobyl's radioactivity lies all along the Welsh hills between Bangor and Bala, much of it in the Snowdonia National park. There is also a large triangle of contaminated land in Cumbria, south of Buttermere - though the number of farms affected is smaller than in Wales.

Some of the Scottish hills are also still affected. No sheep can be moved out of any of these areas without a special licence, under Emergency Orders imposed in 1986. Sheep that have higher than the permitted level of radiation have to be marked with a special dye that does not wash off in the rain, and have to spend months grazing on uncontaminated grass before they are passed as fit to go into the food chain.

A National Farmers' Union spokesman said: "The paramount concern has to be the safety of the consumer, and consumer confidence in the meat supply, so exceptional care has to be taken to make sure no contaminated meat goes into the food chain."

Most of Britain's nuclear power stations have either ceased to produce electricity, or are nearing the end of their active life. The last is due for closure in 2035. The Government is now conducting an energy review, to be published in June, which is expected to announce a new nuclear programme. Tony Blair signalled his support for the industry in a speech to Labour's conference last autumn, when he warned Britain is too reliant on "unstable" regimes for its energy supplies, and singled out nuclear power as an alternative.

But resistance to the idea has been growing, particularly with the publication last week of the report by the government's Sustainable Development Commission. The Commons Environmental Audit Committee will also report later this month. According to a committee member, their findings are expected to be "measured" but "certainly won't put a strong case for nuclear power".

On 23 March, leading specialists will hold a conference in London on the long term impact of Chernobyl. At the end of the month, the Nuclear Decommissioning Authority will issue a revised figure for the cost of cleaning up the sites of disused publicly owned nuclear plants. Their figure is expected to be substantially higher than their original estimate which was published last year, of £56bn.

David Ellwood, 49, farmer: 'Nobody can tell us when the radiation will pass'
David Ellwood has 700 sheep on his farm in Ulpha, near Broughton-in-Furness. His wife, Heather, 50, helps out on Baskell Farm, and they have four children. "I remember the Chernobyl disaster 20 years ago. We were lambing in April and it was raining like hell. We got a letter from the ministry suggesting it would last about three weeks, but they were only guessing - it could go on for another 20 years.

"Every time we take sheep to auction, we must phone Defra, who check they are clear from contamination [from radioactive caesium]. They give us £1.30 for every sheep they monitor. We take them off the fell and put them in the fields for a couple of weeks before selling them, so readings are usually low. But the odd one gets a high reading if it comes straight in off the fell, and has to be slaughtered.

"Defra are here four or five times a year which is a hassle. At shearing time in July they monitor everything. If we are taking Cheviots to auction, we have to get them into a pen to take readings, which makes them mucky and bad for selling. Now we try to get them monitored three or four days before," said Mr Ellwood, 49. "We have been on this farm for 16 years, and owned the ground surrounding it before that, so have always been affected by Chernobyl. There is a lot of contaminated peat on our fell, so when the grass comes up in the summer that gets contaminated too. If our fell were rocky, I don't think it would be such a problem. "I could get angry, but it is pointless, there is not a damn thing we can do and nobody seems to know when it will pass. I would be worried if more power stations were built. We were 1,500 miles from Chernobyl and still feel the effects."

Edwin Noble, 45, sheep farmer: 'I had no idea it could affect us so far away'
Edwin Noble and his family, who run a 2,500- acre farm close to Mount Snowden, live under emergency restrictions that they were told would apply for 30 days, but which are likely to continue for years.

Mr Noble, 45, was in his early twenties when he took charge of the family farm. On the night of 2 May 1986, he was disturbed by torrential rain and feared the river would burst its banks. What he did not know was that the radiation cloud from Chernobyl was passing invisibly overhead. The rain left huge deposits of radioceasium in the peaty soil, which is no direct threat to humans but works itself into the grass, contaminating his sheep.

"I had heard about Chernobyl on the news, but had no idea at all that [it] could affect us so far away," he said. "It's something we have had to live with ever since. "Every time we move a sheep or lamb off our land it has got to be scanned. If it fails the monitoring, it ... cannot be sold. If you can get the sheep or lamb off the contaminated land, then the radiation comes out of them fairly quickly, but the whole of our farm is affected, so we rent grazing land 20 miles away. It means you constantly have to think ahead. If the lamb is fattened and ready to go to market, you can't have it sitting in a pen waiting to be monitored because it loses weight, so you've got to get the monitoring done ahead of time. When the market is volatile, it has cost us a sale.

"The experience has made me very opposed to nuclear power. It's not so much the inconvenience for farmers like us - but what if the explosion had been at the plant near here, at Trawfynydd? It doesn't seem worth the risk," he said.

http://news.independent.co.uk/environment/article351153.ece

 

EXPONOR com quatro sectores em balanço, de 18 a 20 de Maio

Cimeira do Ambiente, Segurança e Qualidade em linha com os desafios das cidades

Responsáveis públicos portugueses e europeus debatem a revitalização urbana, a qualidade de vida e a competitividade das cidades

A revitalização urbana, a qualidade de vida e a competitividade das cidades são os grandes temas da conferência promovida pela EXPONOR e a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) – Porto Vivo, sob a égide do INTERMUNICIPAL – 5.º Salão de Produtos e Serviços para Municípios, que decorre de 18 a 20 de Maio, na Feira Internacional do Porto, integrado na Cimeira do Ambiente, Segurança e Qualidade.

«O posicionamento do Porto no panorama internacional», a «Revitalização urbana do centro histórico do Porto» e a «Mobilidade nos centros urbanos» são três dos sub-temas da iniciativa, que, em 19 de Maio (sexta-feira), trarão ao Centro de Congressos da EXPONOR autarcas, responsáveis públicos e especialistas nas matérias, numa jornada que começa às 9:30 horas e se prolonga pela tarde (ver síntese das actividades paralelas, em anexo).

Arlindo Cunha, presidente da SRU – Porto Vivo, e Álvaro Costa, do STCP, são duas das personalidades com intervenções já confirmadas na iniciativa, estando prevista uma outra do presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio (ainda sujeita a confirmação). O comentário pertencerá ao vice-presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), Valente de Oliveira.

Serão apresentados alguns “case studies” tais como o de Rennes (França), no domínio da mobilidade, Bilbau (Espanha), como exemplo de transformação de uma cidade através da exploração de um equipamento cultural de referência, e Estocolmo (Suécia), ao nível do ambiente. A apresentação dos estudos de caso estará a cargo de Juan Garaiyurrebaso, da Câmara de Comércio de Bilbau, de Christian Le Petit, da Rennes Métropole, e de Mats Pemer, da Stockholm Municipality.

A segunda parte da conferência será ocupada pela reflexão sobre os factores e acções a implementar para maximizar a qualidade de vida nos centros urbanos. «Factores de competitividade e sustentabilidade: desafios às cidades portuguesas» é o mote. No fundo, uma oportunidade para encontros personalizados informais entre os protagonistas do sector, desde autarcas e dirigentes políticos a especialistas e proprietários de imóveis.

A presença do ministro português do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, na sessão de encerramento, está ainda sujeita a confirmação.

PORTUGAL AMBIENTE agrega entidades do sector
Para além do INTERMUNICIPAL 2006, a Cimeira do Ambiente, Segurança e Qualidade “abriga” debaixo do seu “guarda-chuva” o PORTUGAL AMBIENTE - 8.º Salão Internacional de Equipamentos, Tecnologias e Serviços Ambientais, o INTERSEGURANÇA – 4.º Salão Internacional de Projectos, Sistemas e Equipamentos de Segurança e a QUALIDADE -1.ª Feira de Produtos e Serviços da Qualidade, que congregam os apoios e colaborações de diversas entidades sectoriais.

A Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais (Apemeta), o Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos Sólidos do Grande Porto (Lipor), o Instituto de Ciências e Tecnologias do Ambiente (ITA), a Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) são algumas delas, que, paralelamente ao PORTUGAL AMBIENTE, desenvolverão várias actividades complementares ao certame (ver programas em anexo), criando sinergias entre a área de negócio do evento e a componente de reflexão e conhecimento sectorial.

Um complemento… seguro
A 4.ª edição da INTERSEGURANÇA - Salão Internacional de Projectos, Sistemas e Equipamentos de Segurança reúne num certame especializado fabricantes e representantes do sector, para a apresentação das mais recentes novidades disponíveis no mercado.

Atrair visitantes qualificados, realizar seminários de qualidade e ser o palco de negócios por excelência em Portugal são as metas da organização do certame, que congrega firmas que desenvolvem a sua actividade na segurança contra incêndios e fogo; na higiene, saúde e segurança no trabalho; na segurança rodoviária; e na segurança informática.

Com a marca da QUALIDADE…
O ambiente, a segurança, os serviços municipais e os segmentos correlacionados estão hoje em dia entre os grandes clientes das empresas que têm como meta a promoção da qualidade e da certificação no tecido empresarial (e não só). Daí fazer todo o sentido e ser aguardada com grande expectativa a estreia da 1.ª Feira de Produtos e Serviços da Qualidade.

A QUALIDADE pretende reunir num certame especializado empresas dos sectores da qualidade, calibração, metrologia e instrumentação, para a apresentação das mais recentes novidades disponíveis no mercado em Portugal.

A questão da Qualidade está - em todas as suas vertentes - na ordem do dia e constitui um sector em crescimento contínuo em Portugal, assumindo um papel preponderante na esfera empresarial e industrial.

São vários os grandes segmentos em exibição: gestão da qualidade; certificação; acreditação; metrologia; instrumentação; associações e instituições; normativa legal; software especializado; laboratórios de ensaio e calibração; consultoria e auditoria; meios de comunicação; e formação.

Programa de Actividades Paralelas (provisório):

PORTUGAL AMBIENTE
. Seminário “Tecnologias Ambientais: problemas e soluções”
Data: 18 e 19 de Maio
Horário: a anunciar brevemente (em definição)
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Instituto de Ciências e Tecnologias do Ambiente do Ambiente (ITA)
Colaboração: revista “Tecnologias do Ambiente”
Temas em carteira: a anunciar brevemente
Intervenções previstas: a anunciar brevemente
Informações mais detalhadas: ITA
E-mail: geral@ambiente-pt.com
Tel.: 21 966 85 80
Fax: 21 966 85 89

. Seminário “O Ambiente na Indústria: desafios actuais, profissionais do futuro”
Data: 19 de Maio
Horário: a anunciar brevemente (em definição)
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Escola de Tecnologia e Gestão Industrial (ETGI) da Universidade
Católica Portuguesa
Temas em carteira: desafios energéticos (identificação de problemas e possíveis soluções, o dilema industrial); resíduos (industriais, urbanos e agrícolas) – um valor não reconhecido
Intervenções previstas: Xavier Malcata (ESB/AESBUC); Teresa Lopes (ETGI); Susana Xará; Rui Martins; Fernando Oliveira (FEUP); Siderurgia Nacional; Barbosa & Almeida; Suldouro; Lipor; Lactogal
Informações mais detalhadas: ETGI
E-mail: mccrava@aesbuc.pt
Tel.: 22 5580077/89
Fax: 22 5580193

. Seminário “Ecoconstrução”
Data: 20 de Maio
Horário: 9:00 – 17:00
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Temas em carteira: projecto Eco-casa; programa Lisboa E-nova; arquitectura sustentável; materiais de construção ecológicos; programa P3E; reciclagem de materiais de construção; edifícios saudáveis; resíduos de construção e demolição
Intervenções previstas: Francisco Ferreira (Quercus); Livia Tirone (Lisboa E-nova); Fernanda Seixas; Vasco Dias (Biohabitat); Paulo Rodrigues (Lipor); Ricardo Sá (Edifícios Saudáveis – Consultores); Jorge Brito (Instituto Superior Técnico)
Informações mais detalhadas:
E-mail: quercusporto@mail.telepac.pt
Tel.: 22 9375515
Fax: 22 9375515

. Seminário sobre resíduos industriais
Data: 18 de Maio
Horário: a anunciar brevemente (em definição)
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais
(Apemeta)
Informações mais detalhadas: Apemeta
E-mail: apemeta@mail.telepac.pt
Tel.: 21 7506000
Fax: 21 7506009

. Visita técnica da Lipor
Data: 18 de Maio
Horário: 15:15 horas
Local: EXPONOR (saída em autocarro, às 14:45) e Maia (Lipor)
Organização: Lipor
Tema: o circuito da valorização energética e o confinamento técnico da LIPOR
Informações mais detalhadas: Lipor
E-mail: rita.rebelo@lipor.pt
Tel.: 22 9770100
Fax: 22 9756038

. Visita técnica da Lipor
Data: 18 de Maio
Horário: 15:15 horas
Local: EXPONOR (saída em autocarro, às 14:45) e Baguim do Monte (Lipor)
Organização: Lipor
Tema: o circuito da reciclagem e a valorização multimaterial
Informações mais detalhadas: Lipor
E-mail: rita.rebelo@lipor.pt
Tel.: 22 9770100
Fax: 22 9756038

. Seminário “Resíduos Sólidos Urbanos e as Novas Fileiras de Resíduos”
e “Encontro Nacional dos Sistemas Municipais e Multimunicipais de Gestão
de Resíduos”
Data: 19 de Maio
Horário:
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Lipor
Temas em carteira: a anunciar brevemente
Intervenções previstas: a anunciar brevemente
Informações mais detalhadas: Lipor
E-mail: rita.rebelo@lipor.pt
Tel.: 22 9770100
Fax: 22 9756038

. Seminário “A Promoção da Agenda 21 Locais”
Data: 20 de Maio
Horário:
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: Lipor
Informações mais detalhadas: Lipor
E-mail: rita.rebelo@lipor.pt
Tel.: 22 9770100
Fax: 22 9756038

. Exposição sobre ecomateriais
Data: em permanência durante a feira
Horário: o mesmo da feira
Local: EXPONOR
Organização: EXPONOR

. Exposição do Pavilhão da Água
Data: em permanência durante a feira
Horário: o mesmo da feira
Local: EXPONOR
Organização: Fundação Ciência e Desenvolvimento
Informações mais detalhadas:
E-mail: geral@p-agua.porto.pt
Tel.: 22 6151820
Fax: 22 6089874

INTERSEGURANÇA
. “1.º Encontro de Segurança de Transportes”
Data: 18 de Maio
Horário: 9:00 – 17:00
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: revista «Segurança»
Temas em carteira: segurança rodoviária
Intervenções previstas: a anunciar brevemente
Informações mais detalhadas: revista «Segurança»
E-mail: geral@revistaseguranca.com
Tel.: 21 8132281
Fax: 21 8131816

. Espaço PROSEGUR
Data: durante toda a feira
Horário: o mesmo da feira
Local: EXPONOR, no “stand” da PROSEGUR
Organização: PROSEGUR
Temas em carteira: A PROSEGUR vai estar presente na Intersegurança com um espaço de 180 m², estando previsto ocupar parte deste espaço com uma actividade paralela assente na exibição, demonstração e exposição de vários tipos de segurança como, por exempl, segurança electrónica (“home solution”); biometria (simulação da utilização dessa tecnologia durante a feira), segurança nos aeroportos (simulação e demonstração); segurança nos locais públicos.

. Seminário “PROSEGUR: Soluções Globais de Segurança?”
Data: 19 de Maio
Horário: a anunciar brevemente
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: PROSEGUR
Temas em carteira: soluções globais de segurança

INTERMUNICIPAL
. Seminário “Revitalização Urbana, Qualidade de Vida e Competitividade
das Cidades”
Data: 19 de Maio
Horário: 9:30 – 17:00
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: EXPONOR e SRU - Porto Vivo SA
Temas em carteira: competitividade e revitalização urbana da cidade do Porto; o posicionamento do Porto no panorama internacional; a revitalização urbana do centro histórico do Porto; a mobilidade nos centros urbanos; qualidade de vida urbana – experiências internacionais; factores de competitividade e sustentabilidade - desafios às cidades portuguesas;
Intervenções previstas: Arlindo Cunha (SRU – Porto Vivo); Álvaro Costa (STCP); Juan Garaiyurrebaso (Câmara de Comércio de Bilbau), Christian Le Petit (Rennes Métropole), Mats Pemer (Stockholm Municipality), Luís Valente de Oliveira (AEP), Rui Rio (Câmara Municipal do Porto, em confirmação); ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (em confirmação)

QUALIDADE
. Seminário “Edifícios – Energia, Ambiente e Segurança”
Data: 18 de Maio
Horário: em definição
Local: Centro de Congressos da EXPONOR
Organização: SGS – Portugal
Informações mais detalhadas: Sociedade Geral de Superintendência, SA
E-mail: pt.informations@sgs.com
Tel.: 22 999 4500
Fax: 22 999 4590

Para informações adicionais contactar com:

Alberto Moreira
Assessoria de Imprensa
EXPONOR - Feira Internacional do Porto
4450-617 Leça da Palmeira – Portugal
Tel: +351 229 981 409
Fax: +351 229 981 482
E-mail: alberto.moreira@exponor.pt

Acerca da Cimeira

  • CIMEIRA do AMBIENTE, SEGURANÇA e QUALIDADE
  • 18-20 de Maio de 2006
  • EXPONOR - Feira Internacional do Porto
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